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Médica Formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa casa de São Paulo

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Varizes: fim das dúvidas! Publicado por Cibele Carbone em 31 de agosto de 2016 Categorias Salto alto, depilação com cera quente, musculação… Confira abaixo se alguns hábitos do nosso dia a dia podem ou não influenciar no aparecimento das varizes Por Malu Bonetto Entre os três principais fatores de risco para o desenvolvimento das varizes – veias dilatadas e tortuosas que perderam sua função causando danos estéticos e danos circulatórios – estão a genética, a idade e o sexo. “Enquanto o fator genético é preponderante, o envelhecimento é um agravante. Sem contar que, as mulheres são mais propensas ao desenvolvimento das varizes, por influência hormonal, já que têm as veias mais flácidas que os homens”, explica a cirurgiã vascular e angiologista Aline Lamaita, médica do corpo clínico do Hospital Albert Einstein. Também é preciso levar em conta alguns hábitos que podem agravar a situação como a gravidez, a obesidade e ficar muito tempo em pé ou sentado com as pernas cruzadas ou curvadas, isto porque podem comprometer a circulação. “As varizes do sistema venoso externo podem doer, arder, dar sensação de peso às pernas e tornozelos, coçar, incomodar esteticamente e, dependendo do grau, levar a úlceras varicosas”, comenta. Não existe prevenção absoluta, mas há algumas medidas para retardar o seu aparecimento ou melhorar a circulação sanguínea. Salto alto provoca varizes? Não existe consenso em literatura científica que o uso de salto alto a longo prazo possa causar varizes. Mas devemos levar em conta que alguns trabalhos sugerem que existe, sim, um prejuízo no retorno venoso com o uso do salto. Também devemos levar em consideração que seu uso contínuo causa... ler mais

ANTICONCEPCIONAL E TROMBOSE

    A incidência do tromboembolismo no País é de 0,6 caso para cada mil habitantes, segundo dados da Unesp (Universidade Estadual Paulista). 43% da população já ouviu falar em trombose, mas não sabe como prevenir a doença. O primeiro passo é conhecer os fatores de risco. Em 2011 o FDA ( agência que regula drogas americanas ) discutiu o risco das novas pílulas anticoncepcionais e incluiu um aumento de risco nas suas bulas . A incidência de 12,5 casos a cada 100 mil mulheres que utilizavam hormônios anticoncepcionais  passou para 30,8 casos  após a introdução das pílulas mais modernas. Um estudo publicado na revista especializada The BMJ Today e que foi conduzida por pesquisadores britânicos, mostra que as mulheres que tomam contraceptivos orais combinados, que contêm drospirenona, desogestrel, gestodeno e ciproterona, têm um risco de trombose venosa quadruplicado em relação àquelas que não tomam pílula. O risco é quase duplicado em relação às mulheres que tomam contraceptivos orais de estrogênio mais antigos, que contêm levonorgestrel, noretisterona ou norgestimata. Diferentemente como se pensava meios alternativos de administração desses hormônio , como adesivos , implantes e anéis não diminuem o risco . Geralmente esses métodos vão ter um risco maior em relação aos anticoncepcionais mais antigos ( a base de levonorgestrel  ) , mas mais baixo em relação aos anticoncepcionais modernos ( anticoncepcionais combinados de microdosagem ) . Os anticoncepcionais a base de progesterona não parecem ter aumento de incidência de casos de trombose , assim como o DIU ( dispositivo intra uterino ) que também funciona com um hormônio a base de progestágenos .   Quer dizer que devo parar de usar anticoncepcional... ler mais